sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Climatologia

Dados mensais da Climatologia: Rubim - MG
Mês
Temp. Mín icone temperatura minima
(ºC)
Temp. Máx. icone temperatura maxima
(ºC)
Precipitação precipitação
(mm)
Os dados climatológicos representam uma média do período entre 1961 e 1990.

Segundo o site "Tempo Agora" chuveu em Rubim 21,5 mm, sendo que a média de chuva normalmente fica em torno de 113.5 mm, chuveu 81.4% a menos neste município no segundo mês do ano de 2009 . A temperatura média em Rubim, no mês de Fevereiro foi 27.6°, enquanto que a média normal seria de 24.3°... Aquecimento Global !

1 19.1 29.3 137.9
2 19.2 29.4 113.5
3 19.3 29.4 90.7
4 18.4 28 90.9
5 16.9 26.9 52.3
6 15.2 25.4 41.6
7 14.9 24.7 48
8 15.2 26 32.4
9 16.5 27.2 35.2
10 17.8 27.7 93.5
11 18.6 27.9 174.2
12 19.1 28.7 183.6
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Pedra dos Bodes


Na fazendo do senhor Rubens Lacerda, é onde se encontra esta linda pedra, que mais parece um paredão, ao lado da estrada que leva a um distrito de Jacinto, Bom Jardim.

Esta Pedra é denominada da Pedra dos Bodes, porque antigamente viviam vários bodes selvagens no alto desta Pedra. Mas é possível que estes animais não existam mais neste lugar, devido aos caçadores, que usando Rifles, tiravam a vida deste animais. Segunda uma amiga minha que a poucos dias atras passou nesta estrada, "realmente não se ver mais Bodes e sim Macacos em grande quantidade.''

Além de ser muito grande e majestosa, esta pedra ainda tem um chame externo a mais, um lindo lago. Um lago não natural pois ele foi represado pela estrada, este era um pequeno rio.
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Itapiru

   
No município de Rubim, as fazendas e distritos tem lindas paisagens ...
Itapiru (Distrito de Rubim-mg)
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Como chegar ao Rubim

Saindo da capital do estado (Belo Horizonte):

Rota de carro para Rubim - MG
758 km – aprox. 9 horas 12 minutos
1.Siga na direção sudeste na Av. Vilarinho em direção à R. Domingos Grosso (1,3 km)
2.Curva suave à direita na Av. Cristiano Machado (5,7 km3)
3.Pegue a rampa de acesso para a Estr. Anel Rodoviário (0,7 km)
4.Continue na R. Anel Rodoviário (1,6 km)
5.Continue na Via. Anel Rodoviário (0,5 km)
6.Continue na Rod. Anel Rodoviário (1,3 km)
7.Continue na Estr. Anel Rodoviário (0,4 km)
8.Continue na BR-381 (58,4 km)
9.Vire à direita para permanecer na BR-381 (125 km)
10.Continue na Av. Belo Horizonte (1,0 km)
11.Continue na BR-381 (3,0 km)
12.Na rotatória, pegue a 1ª saída para a rampa de acesso à Av. Pres. Tancredo de Almeida Neves (0,2 km)
13.Pegue a Av. Pres. Tancredo de Almeida Neves( 6,3 km)
14.Continue na BR-381 (72,9 km)
15.Vire à esquerda para permanecer na BR-381 (32,3 km)
16.Vire à esquerda na BR-116 (136 km)
17.Vire à direita na Av. Alfredo Sá (0,1 km)
18.Curva suave à esquerda para permanecer na Av. Alfredo Sá (2,3 km)
19.Vire à esquerda para permanecer na Av. Alfredo Sá (2,5 km)
20.Continue na BR-116 (156 km)
21.Vire à direita na BR-367 (113 km)
22.Vire à direita na MG-406 (35,1 km)
23.Vire à direita na MG-405 (0,7 km)
24.Vire à esquerda (1,1 km)

Fonte: Google Maps
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domingo, 22 de fevereiro de 2009

Um pouco da história da cidade de Rubim-MG

História de Rubim por Paulo Roberto Antunes Aranha. É imprecisa a data da chegada e a motivação da vinda de Tiago José de Almeida e de um engenheiro baiano, os primeiros desbravadores a abrirem as matas e fazerem pastagens de colonião, roças de milho, mandioca e feijão, fixando-se no local onde viria a ser o primeiro núcleo do povoado. O repassar do contar dos antigos chega somente aos dois que, por coincidência ou não, aqui vieram ter à mesma época, ambos comandando pequenos grupos de trabalhadores. O segundo deles, referido como o engenheiro baiano, levou sua abertura mais a jusante do córrego do Rubim, abrindo a mata nos espaços correspondentes à Fazenda Guaraná, ao Pirajá e à Fazenda. Iracema, local do aldeamento dos índios Maxacalis com os quais teve muitos atritos. Pouco tempo depois de concluída a abertura, viajou e não mais retornou. Enquanto que o primeiro, Tiago José de Almeida, o Tiaguinho, aqui ficou deixando nome, história de seus feitos, carente de descendentes. Recebeu o major Quinto Ruas, e com ele negociou e participou da abertura de novas áreas, que futuramente foram destinadas ao povoado. Na realidade, o fundador do povoado foi o major Quinto Ruas, que comprou as áreas abertas por Tiaguinho e, liderando um grupo de interessados, se propôs a fomentar ali um povoado. Entre este grupo de interessados se destacaram, pelo entusiasmo, José Ramos, os irmãos Antônio e João Nonato, o chefe do clã dos Laurindo, principalmente seu filho, José. Mais tarde tiveram a adesão dos Cardoso, da expressiva família Alves, além de um grupo da família Ferraz, encabeçado pelo Sr. Melvino Ferraz. Isto ocorria por volta de 1918, quando para aqui chegou o Sr. Ubirajara Coelho, casado com D. Helena, filha de D. Ana Alves Lacerda, D. Sinhana, que os acompanhava. O povoado tinha por base o comércio, que ali se firmava, como ponto de apoio para as tropas, entre as quais, as dos irmãos Nonato. Estes, em seu comércio, compravam os produtos primários dos produtores que abriam áreas de cultura e pastagens, fornecendo-lhes de retorno o sal, o querosene, os tecidos e uns poucos artigos industrializados comprados ora em Vitória da Conquista, ora em Montes Claros. A consolidação da idéia foi de longa sedimentação com base na evolução ditada pelo mercado. A definição como povoado veio pelos idos de 1918, quando surgiram as primeiras casas e cômodos de lojas com depósitos para as mercadorias. A primeira casa, construída por major Quinto Ruas, ainda existe, fica na esquina da praça Quinto Ruas, a mesma onde hoje funciona o Sindicato dos Trabalhadores Rurais. Ao lado desta, veio, edificada em seguida, a casa do Sr. Eugênio Silva, hoje pertencente a Paulo Paranhos. O alinhamento e situação das casas adveio de dois acidentes geográficos naturais: o primeiro deles, diziam os antigos, foi a existência de uma pequena nascente, uma cacimba, de água cristalina e pura, sem o excesso de sal da água do então volumoso córrego do Rubim do Sul, em contraste ao Rubim do Norte, na margem oposta do Jequitinhonha e que define águas dos distritos de Vigia e Jacinto. O segundo detalhe da geografia local foi a existência de uma passagem natural no córrego, daí surgindo o primeiro ponto de apoio para as tropas. O sopé do morro foi ocupado seguindo o alinhamento natural das márgens do córrego e proximidades da água potável, evitando o alagadiço marginal conseqüente às cheias, então mais freqüentes. Aos poucos foi sendo definido o arruamento principal, nada mais que o alinhamento da grande praça que se formava. A casa de José Ramos foi levantada quase ao mesmo tempo, em alinhamento perpendicular a esse referido, pois, usufruindo das mesmas vantagens, abria uma segunda opção, projetando o arruamento em outro sentido, definindo o formato retangular da praça, como parece terem idealizado, uma vez que tal disposição não seria obra do acaso. Atualmente, mora nesta casa o Sr. Querubim, um dos mais idosos do lugar, filho varão do Sr. Eugênio Silva, nosso conhecido "velho Eugênio", outro pilar do povoado de Rubim. A abundância de madeiras nobres ( ipês, cedro, vinhático e braúnas), fez influenciar o tipo de construção. O aproveitamento dos casqueiros de madeira (cavacos) nas coberturas das casas dos trabalhadores nas construções, aglomeradas em uma rua lateral, deu a esta o nome de "Rua do Cavaco", talvez a segunda a surgir no povoado. As terras onde o povoado se iniciou pertenciam a Antônio Nonato, Zê de Laurindo e Eugênio Silva e major Osório Sousa. Antônio Nonato era irmão de João Nonato, segundo marido de D. Milu, sendo ambos comerciantes ativos com tropas a percorrer a região, fazendo as trocas comerciais. A abertura das fazendas precedeu o surgimento do povoado. As áreas inicialmente abertas, por volta de 1900 a 1905, correspondiam à Fazenda Barcelona; às propriedades de Napoleão Lacerda, na área do Rubim de Pedras (Empedrado). A jusante do povoado de União, já existiam as Fazendas de Antônio Nonato; a Fazenda Revolta, de "Zê" Ramos; a de Eugênio Silva, próxima ao desaguamento do Rubim no Jequitinhonha (mais tarde Conceição), e as do major Osório Sousa, próximas ao povoado. O major Quinto Ruas articulou a venda da fazenda Guaraná para Nezinho, sendo intermediário do negócio entre Antônio Nonato e seu Theodoro Saraiva. Major Osório Sousa veio de Pedra Azul (1918), trazendo consigo uma prole numerosa e o prestígio da família. Os "Sousas" de major Osório e os "Ruas" de major Quinto se opunham politicamente em Fortaleza (Pedra Azul), de onde ambos se originaram. Isto veio a definir posteriormente as respectivas posições políticas no futuro do povoado. Uma dessas familias foi a do Sr Jorge Jose de Sousa, natural de Fortaleza (atual Pedra Azul) que adquiriu terras em Rubim , sua filha Sibéria casou-se com o jovem bahiano recem chegado da cidade de Rio de Contas , Agilio Moreira, o popular Agilio do Correios, que durante muito tempo foi responsavel das correspondencias levadas de Rubim para Almenara no lombo das mulas para Rubim, 38 Km de montaria.

Fonte: Diário do Jequi